POEMAGEM

Por W.G. | 6/25/2010 10:57:00 AM em , , | comentários (0)

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Breve poesia

Por mural do ajosan | 6/23/2010 07:19:00 PM em , | comentários (0)

Deliciosa poesia


que dos teus labios

se pronuncia


Acelerado coração

emoção da alma


-incendiada-


intensidade anunciada

Ecos e outros versos

Por JURA | 6/22/2010 06:33:00 PM em | comentários (0)



Obra dividida em duas partes, em que a primeira: Ecos, trabalha com a questão do preconceito Racial, assim como Oswald de Andrade em sua melhor fase antropofágica, brinca com a história do Brasil que o negro está inserido e acorrentado; A segunda, Outros versos, é composta de poemas variados, mas com qualidade ímpar, de uma sensibilidade invejável.

OBJETOS

Por Pedro Du Bois | 6/22/2010 12:29:00 PM em | comentários (0)

Traduzir os objetos
..................baratos em preços em preços
...................................
destacar
...................................o motivo
...................................e rearrumar
...................................o efeito: a vitrina
...................................expõe o todo.

(Pedro Du Bois, OS OBJETOS E AS COISAS, 1ª Parte, I)

Ferreira Gullar

Por Tonho França | 6/18/2010 11:43:00 PM em | comentários (0)


Guaratinguetá recebeu o poeta Ferreira Gullar, para um bate papo na Biblioteca Municipal.
Em breve postaremos o vídeo.

Algum Lugar Aonde Habita a Coisa Nenhuma.

Por Vitor Berigo | 6/16/2010 12:44:00 PM em | comentários (0)


Caminha pelos corredores de paredes brancas ouvindo os ecos de sua pulsação. Nenhum vestígio nas paredes, nenhum sinal. Nenhuma imagem, apenas vultos. Aproxima-se da porta. Entreaberta. Sobre o leito, no teto, em todos os lados, apenas a brancura triste, dolorosa.
Era algum lugar aonde habita nenhuma coisa, coisa alguma. O vazio pesado é um lugar. Respirara o infinito do invisível vento, como ela, o vento só quer procurar, procurar... Procura dentro das frestas da anatomia do seu corpo a força de algum sopro.
Contudo, deleita-se sobre o leito vestido de lençol branco e rasgado que conforta o seu corpo. O que a noite poderia lhe dar? Uma cachaça derramada ao lado e um imenso horizonte de cor branca, mirado no alto, parado, pelo teto, na sua reta. Os segundos escapavam das mãos dela. Agora, a lua fria e branca fugia pela janela... O vento levara tudo embora. Não me pergunte como, eu procuro quem passa e deixa a porta aberta.


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