CONVITE

Por JURA | 5/20/2011 09:30:00 PM em | comentários (0)



Noite de autógrafos do livro de Jurandir Rodrigues
LAPSOS E TESSITURAS
EDITORA MULTIFOCO
SELO VALE EM POESIA
Preço do exemplar: R$ 20,00
11 DE JUNHO, SÁBADO, ÀS 20H, NA CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRA PAULISTA
Travessa Antônio Dabul (fundos do antigo Mercado)

CONVITE

Por JURA | 5/20/2011 09:29:00 PM em | comentários (0)

Noite de autógrafos do livro de Jurandir Rodrigues
LAPSOS E TESSITURAS
EDITORA MULTIFOCO
SELO VALE EM POESIA
Preço do exemplar: R$ 20,00
11 DE JUNHO, SÁBADO, ÀS 20H, NA CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRA PAULISTA
Travessa Antônio Dabul (fundos do antigo Mercado)

LUÍSA

Por Pedro Du Bois | 5/18/2011 09:16:00 AM em | comentários (0)

Produz o som da iniciativa:
                a permissão da vida
                na formação
                do corpo. Retira de sua mãe
                a essencialidade e no movimento
                se declara ouvinte.

           Tem a cobertura
           e sente
           as mãos macias que lhe acariciam.

  O nome sussurrado: aprende
  sobre o amor que lhe aguarda
                                     em vida.

(Pedro Du Bois, Luísa, Edição do Autor)

A RECRIAÇÃO DA MÁGICA

Por Pedro Du Bois | 5/12/2011 04:04:00 PM em | comentários (0)

Conhecer quem canta comigo
                       mesmo ritmo
                       mesmo volume
                       mesmas músicas

desconhecer quem se cala
quando canto
desencantos em canções

desconhecer quem vem devagar
e tenta dançar comigo
mas não aceita meus passos

desconhecer quem vai embora:
                     desconsidera a festa
                     fecha a porta
                     e se esconde.

(Pedro Du Bois,  A RECRIAÇÃO DA MÁGICA, IV, Edição do Autor)

SEQUÊNCIAS

Por Pedro Du Bois | 5/10/2011 11:39:00 AM em | comentários (0)

Compreende o sinal
e responde

sequências
são formas
de sobrevivência

e morte.

(Pedro Du Bois, DESENREDOS, Edição do Autor)

Sobremesa

Por Eryck Magalhães | 5/01/2011 02:07:00 PM em | comentários (0)

Acometida pela fome, Chapeuzinho Vermelho parou no meio da floresta e comeu o bolo que levava para a vovó. Ao chegar ao seu destino, deparou-se com o lobo prestes a comer a pobre velhinha. Não teve dúvidas. Devorou o lobo.


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